A ostra é um molusco, tem um corpo mole e vive dentro de uma concha. Quando algum cisquinho indesejado entra na sua concha ele trata de produzir madrepérola para se proteger. E depois essa madrepérola vira pérola. Naturalmente, isso demora a acontecer, mas há muitos criadores de ostras que induzem esse efeito para que as pérolas sejam produzidas com mais frequência.
Também existem os ostreicultores que as criam para o consumo humano. Vocês viram no jornal que muitas ostras não estão sobrevivendo por causa da temperatura da água que está elevada? E as que sobrevivem são bem pequenininhas? É, meus amigos, vamos cuidar do meio ambiente...
Muitas pessoas não gostam de ostra, principalmente se for pra consumir crua. Mas para isso é preciso saber de onde a ostra veio para que não ocorra uma contaminação alimentar. Contudo, lembre-se que há outras formas de consumi-la sem ser a
in natura. Confira algumas receitas:
Espaguete com ostras,
Sopa de ostras e
Ostra gratinada.
Quanto às características nutricionais desse bichinho, ele tem vários tipos de vitaminas (B12, C e A) e de minerais (potássio, sódio, selênio e zinco), além das proteínas e carboidratos. Seu teor de lipídio é baixo. As ostras mais consumidas são a do Oceno Pacífico e a do Atlântico. Em Florianópolis/SC, as produzidas são do Pacífico. Por quê? Ah! Aí eu não vou contar aqui! Se vocês querem saber mais sobre elas, confiram a postagem no Portal Nutrição em Foco, clicando
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Beijos a todos e uma ótima semana!!